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domingo, outubro 06, 2013

A culpa é da revogalidade das decisões irrevogáveis


Hoje cheguei a casa cansada. Estive a trabalhar e a coisa não me correu de feição.
E enquanto me atirava ao desafio que é tentar ter pelo menos uma divisão da casa habitável, pensava como a vida é feita de escolhas.
Algumas nem parecem quase uma escolha (o que compro para o jantar?), outras que podem mudar uma vida (mando o meu chefe... ou não?).
A cada opção, consequências. Algumas quase insignificantes ( não gosto de peixe cozido, não vou comer), outras, na devida proporção (ui, que carta é esta mesmo?)
A verdade, é que nem sempre estamos preparados para lidar com o resultado das nossas decisões, tantas vezes diferente do que antecipámos. A nossa fragilidade leva-nos a não decidir, ou escolher o caminho mais fácil, o previsível, o que não vai fazer mossa, o que adia todas as consequências.
Mas esta reflexão, para vos contar que hoje fiz uma escolha importante. Muito importante, para a manutenção da minha sanidade mental.
Hoje, decidi não entrar no quarto das Migalhas meninas.
E mesmo parecendo que encaixa nas escolhas de pequena monta, tal não é verdade. Esta escolha, feita em consciência  e no pleno uso das minhas capacidades intelectuais, permitiu-me ter uma total despreocupação com o que lá se passava. Acho que por breves momentos, quase me esqueci que aquele sítio existia, feliz e alegre na minha abençoada escolha.
Até à hora do beijinho de boa noite.
Com este volte face que comprometeu o objectivo inicial, não-ver-quarto-delas-sanidade-mental, aprendi uma lição que me pode ser valiosa para os tempos vindouros: devemos assumir as nossas escolhas como a opção correcta e levá-las até ao limite, sem olhar para trás.






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