O maravilhoso header é cortesia da Palmier Encoberto. Quem mais?

terça-feira, janeiro 05, 2016

domingo, janeiro 03, 2016

sábado, janeiro 02, 2016

A minha primeira compra de 2016 foi online

E foi um livro.
Passei o primeiro dia de pijama, com Migalhas, a rebolarmo-nos, esponjarmo-nos, esparramarmo-nos (e outros "mo-nos") nos sofás, interrompendo apenas com incursões à cozinha e à mesa dos doces. Enrolámo-nos em mantas e roupões em frente à lareira, mesmo que em verdade não estivesse nenhum frio, mas não quisemos ver o Tintin. Nem a Maléfica. Nem os Croods. Foi bom porque é tão raro, nenhum outro dia do ano nos permite esta madornice do dia 1 de Janeiro, entalados que andamos em actividades e afazeres.
A árvore de Natal pisca por mais cinco dias, e depois é tempo de arrumar e rumar ao tempo seguinte.






quinta-feira, dezembro 31, 2015

Fiquem-se lá com conversa de blogs que é disto que vocês gostam

Serve o presente para vos anunciar a minha resolução de Ano Novo.
Encerrar o blog? Ná...o blog irá morrer como os velhinhos, calmamente e de morte natural. Uma coisa serena e sem estardalhaços. 

Em 2016 vou atualizar o meu currículo. Esse jovem imberbe que ficou parado lá no início do século, precisa ganhar maturidade, fruto do meu ligeiro desencanto com a empresa que me alberga desde que larguei os bancos da faculdade e onde já fui muito feliz. Ah, e comprometo-me a ter um perfil decente no LinkedIn. Uma coisa que não me leve a pensar que para ter isto mais vale não ter nada, os senhores vêm aqui espreitar e...que vergonha.

Quanto aos blogs. 
Pessoas, pessoas...
Este blog viu o propósito da sua criação ir pelo cano quando três pessoas o descobriram e perceberam que era meu. Nunca mais consegui escrever uma linha que não fosse condicionada e limitada de alguma forma.
Felizmente ganhou outro objetivo, muito diferente do espaço de catarse que pretendia ter.
O da diversão. Sobretudo a minha, algumas vezes de outros. E pessoas, como eu já me diverti com esta merda. Não sei o que será dele amanhã, ou daqui a dois, quatro, seis meses ou três anos. 
Pode falecer já, caiu para o lado e pronto, pode viver a oxigénio, ou, milagre! Milagre!, pode voltar ao normal.
O que sei, é que graças a este espaço, blogo conheci umas gajas muito fixes. Sim, essas mesmo, essas cabras sem coração, supostamente responsáveis pelo encerramento de pelo menos, err...pelo menos....pois...ora....um...um blog. 
E vários chiliques.
Graças a elas dei por mim em lágrimas muitas vezes. Porque todas, sem excepção, têm uma inteligência, um humor, uma perspicácia e uma sagacidade, que digo-vos, pessoas, não há por aí aos pontapés. 
Quis o destino que fossemos sete. O meu número da sorte. O meu número preferido. Sete cores do arco-íris. Talvez pelo meu sete, se resista às profecias, aos prognósticos, e às vontades de quem muito se arrelia com isto dos blogs.
Para todos os que aqui passam, mesmo que seja sem querer, mas sobretudo para as minhas blogo-amigas de uma vida (quem escreveu isto primeira vez foi todo sarcasmo e já tantas vezes vaticinou o fim da blogo amizade, que enfim, parece meeeeesmo um desejo mesquinho), para todos e para elas, um grande, grande ano de 2016. Nos blogs e na vida.





domingo, dezembro 20, 2015

2015 foi o ano

Em que percebi que não valia a pena continuar a arrancar os cabelos brancos.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

Primeiro balanço do ano que quase termina

No Natal passado a sogra ofereceu-me umas calças em pele, giras, que me ficavam ligeiramente apertadas. Não troquei porque dos planos para 2015 fazia parte o de voltar ao número 36.
Quase um ano depois: as calças continuam giras, e não me servem.

terça-feira, dezembro 15, 2015

Ou o S. Pedro se põe fino

Ou imagino a figura que vão fazer a oferecer mantas polares e pantufas a meio mundo.