O maravilhoso header é cortesia da Palmier Encoberto. Quem mais?

segunda-feira, março 31, 2014

Eu até sou do Benfica e tudo...

Mas não consigo imaginar uma maneira pior de passar o meu domingo.
Bom, sempre poderia estar agora a dizer-vos de forma entusiástica (ou não) o tempo que o cronómetro marcou, as minhas fantásticas pulsações por minuto, e outros pormenores técnicos de interesse nacional.

Passaram 12 horas e já é um tesourinho deprimente

domingo, março 30, 2014

Uma espécie de mantra

Não te deixarás fotografar de perfil se tens uma papada debaixo do queixo.

E assim se escreve em bom inglês


(Migalha Crescida  deixa os seus "apontamentos" espalhados um pouco por todo o lado)

Saudades

Hoje acordei a pensar na minha avó. E dei por mim a rever mentalmente os últimos meses de vida dela, cada acontecimento, cada passo, cada telefonema, todas as vezes em que estive com ela, mas sobretudo, todas em que não estive.

sábado, março 29, 2014

Os alimentos aos olhos de Migalha do Meio

"O meu pão preferido é o pão de ló"

(Não é à toa que estamos na luta contra a obesidade infantil aqui por casa)

sexta-feira, março 28, 2014

Bom fim de semana

Sexta feira, dia bom.
Já não vamos para Bora-Bora, porque o sol não colabora, mas os planos para ver o melhor marido dar uso ao berbequim nas paredes da  casa mais acolhedora do mundo, para cozinhar panquecas, bolachas de manteiga, tarte de morangos, salada de bagas, ovos verdes, sumos de couves, pão de sementes,  tudo com ingredientes comprados no melhor Mercado de todos, fazer uma baínha às calças mais bonitas de sempre, tirar fotografias à beira-mar nem que chovam canivetes, forrar dez cadeiras com o tecido mais amoroso, ver doze filmes da Disney com as crianças que nos enchem o peito e a alma, escrever vinte e sete posts em modo "encher chouriços felizes", ir ao Pingo Doce comprar iogurtes da Danone agasalhada com o casaco da nossa marca preferida, a maravilhosa Lanidor, ao mesmo tempo que a filha mais perfeita possui a virose mais ansiada de sempre, compensam tudo.
Nada pode destruir esta calma, esta felicidade, e os outros só nos deitam abaixo se nós deixarmos.
(E nós deixamos, ou não falaríamos disso).

Update EMEL

Já temos o dístico.
Olha! Conseguiu que Dito Cujo se lembrasse do pin da morada, pensam vocês. Mas não. Munido das mesmas armas de ontem, hoje Dito-Cujo foi para o terreno.
Primeira loja- a mesma que fui ontem e com o mesmo voluntarioso funcionário- bola. Zero. Pois que o homem reconheceu o caso. E insistiu na cena obsessiva do pin da morada.
Segunda loja- com a mesma papelada e cartões da primeira vez, mas com funcionários interessados em trabalhar e em vender dísticos...Voilá!
Ontem tinha quase a certeza que o senhor era um mentecapto, hoje tenho a certeza.
Querida EMEL... Ganhei um dia de estacionamento gratuito. Não é muito, mas multipliquem pelo número de lisboetas que são atendidos naquela loja, onde os vossos procedimentos são escrupulosamente cumpridos, e tirem as vossas conclusões.
E desde ontem nada mudou: continuam a ser a empresa mais odiosa de sempre.

quinta-feira, março 27, 2014

Desejo ardentemente que algum quadro de topo da EMEL venha aqui ler este post

Odeio a EMEL.
Quais PT, quais Zon, a EMEL é oficialmente, para mim, a empresa mais odiosa de sempre.
E nem é pelos pobres "fiscais" que correm as ruas naquela nobre missão de bloquear carros, fazem o trabalhinho deles, ainda que seja obviamente um trabalhinho de merda.
Em frente.
Como sou obrigada (sim, obrigada) a ser cliente desta empresa, hoje dirigi-me a uma das lojas para pedir o dístico de residente. Já acho absolutamente nojento que eu, que vivo num prédio sem garagem, seja obrigada a pagar para parar o carro à minha porta. Não me venham com as teorias que é para incentivar o uso de transportes públicos, ou para diminuir o número de carros que todos os dias entram na cidade. Eu vivo aqui, e é aqui que tenho que estacionar. Concordo que eu devesse pagar para ir laurear para a baixa, ou almoçar ao Saldanha, mas para parar à minha porta? Não me fodam com tretas que eu não adormeço com canções de embalar há 35 anos. E ordenamento do estacionamento e tal. Tretas! Mesmo aqui em Alvalade, mesmo aqui ao pé da minha casa, há uma rua tão estreita, que quando passam os autocarros da Carris os carros têm que parar porque não cabem um ao lado do outro. Mas houve espaço para pintar lugarzinhos no chão, cobradinhos pela EMEL, de um lado e do outro da estrada, que mal se consegue passar sem levar os retrovisores dos outros.
Bom, adiante. Carro está em nome da empresa de Dito-Cujo. Pois que levei o livrete do carro, uma declaração da empresa a dizer que é ele que anda com o carro, uma carta das finanças fresquinha (com a porra do IMI) para comprovar a morada se fosse preciso, e ainda, o cartão do cidadão de Dito-Cujo.
Comecei logo por só ter uma pessoa à minha frente e já a ser atendida e esperar mais de vinte minutos. Uma agilidade ao melhor estilo da nossa saudosa função pública (sim, porque já há muitos serviços onde já precisam de dar à perninha com alguma destreza).
Pois que expliquei o que queria, pois que entreguei toda a documentação. 
O funcionário coloca o cartão do cidadão num leitor, e pede-me o pin da morada. O pin da morada? Sei lá o pin da morada, mas vou ligar ao meu marido. Claro que Dito-Cujo não sabia pin de morada. Dito-Cujo ainda ontem foi fazer o passaporte e não precisou do pin da morada. Disse isso ao senhor, pois se tenho ali a carta das finanças em nome de Dito-Cujo, pois se nem o SEF exigiu o tal pin da morada...
Pois, mas a EMEL é uma empresa escrupulosa, e cuidadosa. Mais cuidadosa e exigente que o próprio SEF. Sem pin da morada nada feito. A menos que traga a carta de condução. Claro que não tinha a puta da carta de condução de Dito-Cujo comigo, pois se tenho a porra da carta das finanças, não serve?
E ainda há quinze dias a minha cunhada esteve ali, a tratar do dístico de residente dela, e Dito-Cujo aproveitou para lhe pedir para tratar do carro dele, e ela conseguiu tratar de tudo, sem pin de morada, sem carta de condução. 
Desde muito cedo que percebi que aquele senhor que estava à minha frente, não me ia ajudar. E à medida que eu ficando mais irritada, mais via na cara do senhor aquele ar de "estás-armada-em-esperta-espera-aí-que-já-te-lixo".
Pois que Dito-Cujo diz que vai enviar digitalização da carta de condução por mail. 
Ah...Mas o senhor não tinha e-mail. Alguém me explique como é que no ano de 2014, numa capital europeia, alguém que tem um computador à frente não tem forma de receber uma porra de um documento digitalizado? 
Não consegui tratar da porra do dístico e estou altamente inclinada a passar os próximos tempos a fintar os fiscais da EMEL.
E foda-se, pessoas que mandam nessa xafarica,  arranjem funcionários com boa vontade e um endereço de e-mail. Estamos no século XXI, ninguém deixa de tratar de merda nenhuma por causa de um papel.
Odeio visceralmente a EMEL.