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sábado, agosto 17, 2013

Meu querido mês de Agosto

Sei que está tudo aí cheio de saudades minhas, a perguntar aos próprios botões, ai o que lhe terá acontecido, ai será que já está a banhos. Não, caríssimos. Estou com um problema, é certo, mas um problema de excessos. Excesso de comida, excesso de bebida, excesso de horas sem dormir. Estou até em crer que não consigo escrever porque os meus dedos estão inchados e opados de tal forma que nem os consigo dobrar para calcar as teclas e tão enormes que jamais acertariam nas letras mini mini do telemóvel. É oficial. O meu mês de Agosto é em termos de nutrição, o Dezembro do resto da populaça. Ele começa com o aquecimento do aniversário de casamento, galga numa semana para aniversário de Dito-Cujo, depois mais meia dúzia de dias para o do Migalha Pequeno, e logo logo a seguir, começam as festas da terra onde estamos abancados em casa da sogra, e a única coisa que vos posso dizer é que nos levantamos de uma mesa apenas para nos dirigirmos para outra mesa. Como se não bastasse a farturaça de comida que consigo enfardar até meio do mês, a segunda metade será passada de férias, onde não se adivinha clima propício à contenção. Estou lixada. Quando chegar a Setembro estarei a lamentar cada grama de açucar, cada rodela de morcela, cada tira de entremeada e entrecosto, cada fatia de pão (mal cozido em forno de lenha, hummm), cada copo de vinho. Julgo que terei também a lamentar os gelados, as bolas de berlim, o gin tónico, mas não quero já adiantar-me ao que ainda não ingeri, haja esperança de ser acometida de um ataque de fastio daqueles bem grandes lá por terras algarvias.

4 comentários:

  1. Olha, que se perdoe o mal que faz pelo bem que sabe!
    :DD

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    1. Ná... Esse é o caminho para a texuguice!

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  2. Queixo-me do mesmo mal. Tive um aniversário há dois fins de semana, outro no fim de semana passado, agora são mais três de seguida, sábado, domingo e segunda, para acabar (espero que não apareça outro entretanto) no próximo sábado. Aminha dúvida já não é saber se sobreviverei a estes excessos, sei que vou morrer, a questão é mesmo arranjar um caixão para um cachalote como eu. :)

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    1. Já não se usa aquela coisa de atar uma pedra aos pés?!

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