O maravilhoso header é cortesia da Palmier Encoberto. Quem mais?

quarta-feira, setembro 30, 2015

Eu já sei em quem vou votar

Não sei o que me qualquer-coisa mais, se a "Morte aos Traidores" do PCTP-MRPP, (ena pá, único partido que arrisca ter mais letras na sigla que votos), se o porquinho fofinho que aparece com aquela família também ela muito fofinha e feliz, nos outdoors do PAN, (para que servirão os porquinhos se todos optarmos por deixar de comer porquinho? fica a questão); se os cartazes que a CML espalhou post sim post não aqui em Alvalade, a informar que está a repavimentar a cidade e que isso é coisa para demorar cinco anos, (quando o que eu queria realmente saber antes das eleições, é o que vai afinal fazer a CML com o IMI familiar -capaz de apostar). 
O que me qualquer-coisa que nem sei bem o quê, é a Joana Amaral Dias, de ora em diante designada por JAD (cara dela, né?)
E não, não é o facto de a JAD se ter despido, que isso dou de barato, (apesar de nunca ter entendido bem o que querem as mulheres que se despem pela igualdade, se ter direito de mostrar as mamocas, se exigir que os homens usem soutien). Também não são as ultra pestanas que JAD apresenta nos cartazes do AGIR (naturais ou extensões, aceito apostas), ó para mim que sou inteligente e culta, e como se não bastasse, sou bué de gira. 
O que realmente me fez aqui vir dizer umas palavrinhas, foi o que a JAD escreveu na sua página do Facebook, enquanto nós portugueses, assistíamos impávidos e serenos à vitória do Benfica, quase como se fosse uma criança que apanhou tooooooda a gente distraída e resolveu fazer um disparate. 
Vão espreitar. E digam de vossa justiça. 
A forma é tão má, que o conteúdo nem importa.


Migalha do Meio

- Mãe, se eu disser o desejo já não se realiza?
- Não podes dizer. É melhor não.
- Mas eu quero dizer na mesma...Sabes qual foi o desejo que pedi? Peço sempre a mesma coisa: quero ter um unicórnio com um corno muito brilhante e mágico.
- Ohhhhhh...Agora que disseste já não se realiza!

segunda-feira, setembro 21, 2015

sábado, setembro 19, 2015

segunda-feira, setembro 14, 2015

Electrico 28

Em primeiro lugar, deixem-me que vos diga que desaconselho vivamente este passeio com crianças. Quando chegarem ao fim, se chegarem, julgo que vão perceber porquê.
De vez em quando passa-me assim uma coisa pela cabeça, de que estou a criar três cepos, tal é a falta de programas culturais e experiências que não envolvam parques temáticos, aquáticos, ou outras actividades de lazer com baloiços, carroceis, ou cenas penduradas por ganchos e coletes salva vidas.
Então, achei que nada como mostrar-lhes bem de perto a cidade onde vivem tipo desde sempre, e por onde circulam exclusivamente de carro, e escolhi o famoso percurso de eléctrico 28, que sai ali do Martim Moniz e vai Alameda fora, começando depois a entrar pela Graça, passando à porta da igreja de S. Vicente, da Sé, perto do Castelo, e de pelo menos dois miradouros, desce até à Baixa, sobe ao Chiado e sempre por aí fora até deixar ver o Jardim da Estrela e por fim, Campo de Ourique e os Prazeres. Perfeito, não?
Sim, perfeito.
Só que não.
Bom, a fila para apanhar o eléctrico é longa e quase ninguém fala português. Gerem-se as entradas para que se consiga um lugar sentado e à janela, coisa que quem anda em turismo não dispensa. Eu por exemplo, deixei ir embora um dos eléctricos porque não havia lugar sentado para os quatro.
Os dois condutores com quem cheguei à fala, eram dois burgessos, mal educados, pejados de falta de vontade para pessoas. Apesar de levarem uns trinta entrangeiros, não os ouvi dizer uma palavra em inglês. Se isto é o melhor que a Carris tem para apresentar a quem visita o nosso país...Como dizia a outra, se isto é a montra, imagino o armazém.
Mas tuuuuudo bem, afinal o que é a má vontade de um funcionário da Carris perto da minha vontade de mostar Lisboa aos meus filhos? Nada.
Bom, todos perto da janela, ai que excitação.
E é então que começa o problema. É que o 28, não é uma carreira turística. É o eléctrico que serve muitos lisboetas que andam na sua vidinha de todos os dias, e pelo menos hoje, muitos deles não estavam para cenas de turistas. Um tentou baixar as cortinas por causa do sol, e nem um coro de "no, no" o demoveu, apenas a resistência do material perro a acusar falta de óleo e manutenção. Depois, a quantidade de gente que viaja em pé, tira completamente a visibilidade (que já não é grande coisa) para o outro lado da rua, e portanto, há que escolher, ou vais de um lado e vês a Sé de Lisboa, ou vais do outro e vês a Assembleia.
Mas o pior não foi isso. O pior, que me deixou com um camadão de nervos e com vontade de sair ali logo no largo do Limoeiro, foi o de acharem que Migalhas deveriam ir de pé e dar lugar "aos mais velhos". Pelo menos um homem começou aos gritos a dizer "as crianças não pagam e vão a ocupar lugares" (mentira, pagámos todos igual), o que me obrigou a um não muito agradável bate-boca com o senhor (que eu na minha tentativa de ver algo para lá de rabos, nem tinha reparado que tinha entrado e tinha uns setenta anos), e uma mulher que nem português falava, mandou Migalha do Meio levantar-se umas três vezes.
Eu percebo, crianças com boas perninhas vão de pé e dão lugar aos mais velhos, mas além dos meus filhos serem uns totós a andar de transportes, e de eu sozinha não conseguir controlar os três com os solavancos, era suposto ser um passeio turístico em que vão a espreitar à janela e não irem espremidos entre barrigas de uns e sovacos dos outros. O Martim Moniz ficou lá para trás e ninguém quer saber do tempo que esperámos por aqueles lugarzinhos.
Lá chegámos ao fim da linha, já com o Sancho ao meu colo e com Migalha do Meio de pé agarrada a mim, onde o sempre simpático condutor anunciou que "termina aqui".
Como metade das pessoas não percebeu, ele insistiu umas cinco vezes: "termina aqui".
Alguém ensine os senhores da Carris a dizer "the end", por favor.

Frase feita a e típica de jornalistas de segunda

"...não conseguem esconder o sentimento que os une".
(A ler a revista do Correio da Manhã onde a Joana Amaral Dias compara as suas mamocas às do professor Marcelo a banhos em Cascais, se ele pode eu também posso).

De repente lembrei-me de vos dar um conselho

Não tomem banho em salinas,  a menos que tenham um pipi de ferro.

Estou com uma insónia tão grande

Que até os cabelos me fazem comichão.

sábado, setembro 12, 2015

Adoro

Pessoas que no perfil do Facebook dizem que estudaram na "Universidade da vida".
Digam que não estudaram, carai. Qual o problema?

quinta-feira, setembro 03, 2015

Esperavam um regresso em grande?

O Verão ainda não acabou e este é um blog de Inverno, escrito para preencher serões frios e chuvosos.