quinta-feira, abril 02, 2015
terça-feira, março 31, 2015
Nunca mais digo aos meus filhos que o Betadine não arde
Aos vinte e nove dias do mês de Março do ano da Graça de dois mil e quinze, voltei a andar de bicicleta.
Ao trigésimo primeiro...Não cheguei com os pés ao chão.
Ao trigésimo primeiro...Não cheguei com os pés ao chão.
sábado, março 28, 2015
Porque não faço férias na neve
Na minha casa não se faziam férias de neve. Aliás, a prática desportiva do meu pai estava confinada a uns jogos de futebol num descampado lá perto de casa, e à pesca. Já à minha mãe, nunca lhe conheci qualquer aptidão desportiva até aos sessenta anos, altura em que se começou a empenhar para ser campeã de caminhada no jardim do bairro.
Adiante.
Foi depois de adultos, que tanto eu como o meu irmão, tivemos o primeiro contacto com os desportos de Inverno.
Ele, habituado ao surf, meteu uma prancha de snowboard nos pés e ao fim de pouco tempo estava como peixe na água. Já eu, mostrei desde o primeiro dia uma inaptidão gritante para a prática do esqui.
Verdade se diga nunca me empenhei verdadeiramente. Lembro-me de passar as aulas a rir como se fosse uma criancinha mal comportada, de prolongar as pausas em todo e qualquer posto de montanha com pelo menos uma máquina de café e uma cadeira, de dizer ao resto do grupo para "ir andando".
Até tenho algumas boas recordações destas férias. Adoro a imensidão do branco, o silêncio da montanha, os risos e gritos abafados pela neve. Adoro os restaurantes confortáveis e acessíveis só por pistas, aqueles pratos de consolo para corpos gelados, as pausas para as bebidas quentes, e talvez a melhor recordação de todas, desapertar as botas.
E esta última, leva-me ao que realmente me marcou nas cinco ou seis vezes que fiz férias de neve, e que nem as melhores recordações apagam. Botas desconfortáveis, dores horríveis nas pernas, carregar esquis para trás e para a frente, cair nos "puxa rabos" e ter que subir encosta acima fora de pista com neve até aos joelhos, não conseguir sair das cadeirinhas rapidamente a deslizar airosa, ter o rabo molhado, as luvas molhadas, cair, cair muito, e ter medo, muito medo, porque é inclinada, porque é estreita, porque tem gelo, porque tem pedaços sem neve, não consigo, ai ai ai, já me doem as pernas de tanta cunha, vou juntar só um bocadinho para aliviar os músculos, e vou mas é a direito que é mais rápido, lá vai ela, atira-te para o chão que te vais esbardalhar toda naquela mulher, ai ai ai! catrapum, "pardon, pardon pardon", onde foram parar os esquis, e os batons, grande merda, aproveitar que estou aqui espalhada ao comprido para desapertar um bocadinho as botas, "vão andando, vão andando".
Adiante.
Foi depois de adultos, que tanto eu como o meu irmão, tivemos o primeiro contacto com os desportos de Inverno.
Ele, habituado ao surf, meteu uma prancha de snowboard nos pés e ao fim de pouco tempo estava como peixe na água. Já eu, mostrei desde o primeiro dia uma inaptidão gritante para a prática do esqui.
Verdade se diga nunca me empenhei verdadeiramente. Lembro-me de passar as aulas a rir como se fosse uma criancinha mal comportada, de prolongar as pausas em todo e qualquer posto de montanha com pelo menos uma máquina de café e uma cadeira, de dizer ao resto do grupo para "ir andando".
Até tenho algumas boas recordações destas férias. Adoro a imensidão do branco, o silêncio da montanha, os risos e gritos abafados pela neve. Adoro os restaurantes confortáveis e acessíveis só por pistas, aqueles pratos de consolo para corpos gelados, as pausas para as bebidas quentes, e talvez a melhor recordação de todas, desapertar as botas.
E esta última, leva-me ao que realmente me marcou nas cinco ou seis vezes que fiz férias de neve, e que nem as melhores recordações apagam. Botas desconfortáveis, dores horríveis nas pernas, carregar esquis para trás e para a frente, cair nos "puxa rabos" e ter que subir encosta acima fora de pista com neve até aos joelhos, não conseguir sair das cadeirinhas rapidamente a deslizar airosa, ter o rabo molhado, as luvas molhadas, cair, cair muito, e ter medo, muito medo, porque é inclinada, porque é estreita, porque tem gelo, porque tem pedaços sem neve, não consigo, ai ai ai, já me doem as pernas de tanta cunha, vou juntar só um bocadinho para aliviar os músculos, e vou mas é a direito que é mais rápido, lá vai ela, atira-te para o chão que te vais esbardalhar toda naquela mulher, ai ai ai! catrapum, "pardon, pardon pardon", onde foram parar os esquis, e os batons, grande merda, aproveitar que estou aqui espalhada ao comprido para desapertar um bocadinho as botas, "vão andando, vão andando".
sexta-feira, março 20, 2015
Primavera
Sempre ouvi dizer que a mudança de estação era particularmente dolorosa para quem, digamos assim de uma forma suave, sofre dos nervos.Que aquilo normalmente descompensava sempre um bocadinho, estão a ver?
O que nunca pensei é que fosse tão rápido! Caramba, a estação só mudou hoje...Era suposto a loucura instalar-se logo no primeiro dia?
quarta-feira, março 18, 2015
Uma especie de mantra
Não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa, não mexas no cabrão do verniz se não tens acetona em casa.
Oh, foda-se.
Oh, foda-se.
segunda-feira, março 16, 2015
Sosseguem o meu coração de mãe...
Quando mandam os vossos filhos largar o iPad ou o caraças do tablet ou o que for que usam para jogar, para irem comer/tomar banho/vestirem-se/por a mesa/lavar os dentes/fazer TPC/arrumar o quarto/sair, também vos respondem sempre..."deixa-me só perder"?
O estranho caso da chave saltitona*
Capitulo um
Capitulo dois
Capítulo três
Capitulo quatro
A corda não aguentava mais. João tinha que decidir: ou balançava o corpo para a varanda do Sr. Dias, batia à janela, cumprimentava o dono da casa, abria a porta, descia as escadas em direcção à rua e recuperava a chave e salvava a Maria, ou aterrava no Ford Cortina estacionado no passeio e alcançava a chave quanto antes.
João conhecia muito bem o Ford Cortina do vizinho. Todos os domingos de manhã, o vizinho retirava o oleado do carro, da janela do seu apartamento do rés do chão saía uma mangueira e o fio de um aspirador. Na mão, esponjas e panos e escovas, detergentes cheirosos. O vizinho começava pelos interiores, retirava tapetes, aspirava estofos, passava ceras nos plásticos do tablier. Depois passava para o exterior, usava água e espuma, enxaguava. No final de tudo, um pano de microfibra, novo, cada semana um. A tarefa de lavar e secar o Ford Cortina, só acabava quando a Justina metia a cabeça de fora e gritava "prá mesa", já o sol ia alto.
Maria olhava de cima, e via o seu João, o seu tórrido e garanhão João, usando de toda a sua pujança no estendal da D. Leocádia. Ainda pensa lançar-lhe os seus longos cabelos, bem que precisava de um corte, nem sabia há quanto tempo estava presa naquela sala, mas sente-se invadida de um desejo incontrolável, era ali, no estendal da Leocádia, entre lençois lavados com sabão azul e branco e toalhas coradas ao sol, que queria ser possuída pelo seu João. Isto ia ser melhor que com o Pedro na sala de economato do escritório, melhor que com o Afonso no escorrega do Aquashow, que com o Arnaldo na casa de banho da discoteca Kiss, que com o Luís Miguel em cima da mesa da cantina da faculdade, que com o Carlos na sala de espera do Centro de Saúde, melhor do que aquela vez com o Zé na proa do cacilheiro, que com o Nuno na roda gigante da falecida Feira Popular. Isto ia bater tudo.
Num impeto incontrolável, Maria atira-se janela fora, esquecida da chave, só pensando em arrancar com os dentes as rendas que cobriam as partes pudendas mas não púdicas do João.
É um casal apaixonado que aterra em posição de missionário em cima do oleado do Ford Cortina do vizinho, Maria solta um grito, e a chave desaparece.
*Continua...
Capitulo dois
Capítulo três
Capitulo quatro
A corda não aguentava mais. João tinha que decidir: ou balançava o corpo para a varanda do Sr. Dias, batia à janela, cumprimentava o dono da casa, abria a porta, descia as escadas em direcção à rua e recuperava a chave e salvava a Maria, ou aterrava no Ford Cortina estacionado no passeio e alcançava a chave quanto antes.
João conhecia muito bem o Ford Cortina do vizinho. Todos os domingos de manhã, o vizinho retirava o oleado do carro, da janela do seu apartamento do rés do chão saía uma mangueira e o fio de um aspirador. Na mão, esponjas e panos e escovas, detergentes cheirosos. O vizinho começava pelos interiores, retirava tapetes, aspirava estofos, passava ceras nos plásticos do tablier. Depois passava para o exterior, usava água e espuma, enxaguava. No final de tudo, um pano de microfibra, novo, cada semana um. A tarefa de lavar e secar o Ford Cortina, só acabava quando a Justina metia a cabeça de fora e gritava "prá mesa", já o sol ia alto.
Maria olhava de cima, e via o seu João, o seu tórrido e garanhão João, usando de toda a sua pujança no estendal da D. Leocádia. Ainda pensa lançar-lhe os seus longos cabelos, bem que precisava de um corte, nem sabia há quanto tempo estava presa naquela sala, mas sente-se invadida de um desejo incontrolável, era ali, no estendal da Leocádia, entre lençois lavados com sabão azul e branco e toalhas coradas ao sol, que queria ser possuída pelo seu João. Isto ia ser melhor que com o Pedro na sala de economato do escritório, melhor que com o Afonso no escorrega do Aquashow, que com o Arnaldo na casa de banho da discoteca Kiss, que com o Luís Miguel em cima da mesa da cantina da faculdade, que com o Carlos na sala de espera do Centro de Saúde, melhor do que aquela vez com o Zé na proa do cacilheiro, que com o Nuno na roda gigante da falecida Feira Popular. Isto ia bater tudo.
Num impeto incontrolável, Maria atira-se janela fora, esquecida da chave, só pensando em arrancar com os dentes as rendas que cobriam as partes pudendas mas não púdicas do João.
É um casal apaixonado que aterra em posição de missionário em cima do oleado do Ford Cortina do vizinho, Maria solta um grito, e a chave desaparece.
*Continua...
domingo, março 15, 2015
Ao cuidado de dirigentes, treinadores, professores e outros organizadores de saraus de ginástica, escrito por alguém que se rebolou mais de 100 vezes em eventos do género
Caríssimos
Hoje a minha tarde foi uma seca.
Uma tremenda seca.
E a culpa, deixem-me que vos diga, é vossa. É certo que não a poderiam aliviar na totalidade, mas certamente poderiam ter feito melhor.
Para começar, o tempo de duração. Mais de duas horas em que a única coisa que nos interessa são os 4 minutos em que a nossa filha aparece no praticável, parecem-me excessivas. Lá que tenhamos que ver todas as classes do clube, desde as crianças de três anos a mexerem as mãozitas ao som das galinhas doidas, eu compreendo. O que não compreendo é o porquê de convidar outras classes, de outros clubes, que fazem mais do mesmo e prolongam a coisa bem uns trinta minutos além do estritamente necessário.
Se a ideia é fazer-nos dar o dinheiro por bem empregue, bom, deixem lá isso, sou capaz de pagar mais do dobro para não ter que ir.
Depois nestas coisas, menos pode ser mais, e não, não estou a falar de quantidade. É mais agradável à vista um conjunto de movimentos simples, mas bem organizados e coordenados, do que aquela tentativa de colocar todos os ginastas no limite do que ainda não sabem fazer. Um grupo de vinte pessoas a levantar o mesmo braço ao mesmo tempo, pode surtir melhor efeito do que 20 rodas feitas cada uma na sua vez e cada uma para o seu lado, e ups...! cinco meninas ainda não conseguem esticar as pernas.
E a música...Bom, se não estamos a falar de ginastas de alto nível e se o sistema de som do pavilhão é uma merda, se já sabemos que a coisa ronda ali o médio menos, o mais inteligente a fazer é escolher umas músicas conhecidas, de preferencia que todos tenham no ouvido, sempre se ia cantarolando e batendo umas palmas.
Antes de terminar, quero pedir desculpa aos meus pais, amigos e familiares que durante anos arrastei para eventos do género, absolutamente convencida que estavam a adorar. Sois os maiores.
Por fim, quando olharem para os pais ansiosos à espera de (finalmente) recolherem os seus rebentos, com as respectivas dores no traseiro que aquelas cadeiras proporcionam, chamá-los para tirar uma fotografia de grupo em que demoraram uns dez minutos a reunir todos...Hum...Não é uma boa ideia.
Tirando isso tudo e os setenta euros do fato, correu bem, parabéns pelo trabalho desenvolvido.
Hoje a minha tarde foi uma seca.
Uma tremenda seca.
E a culpa, deixem-me que vos diga, é vossa. É certo que não a poderiam aliviar na totalidade, mas certamente poderiam ter feito melhor.
Para começar, o tempo de duração. Mais de duas horas em que a única coisa que nos interessa são os 4 minutos em que a nossa filha aparece no praticável, parecem-me excessivas. Lá que tenhamos que ver todas as classes do clube, desde as crianças de três anos a mexerem as mãozitas ao som das galinhas doidas, eu compreendo. O que não compreendo é o porquê de convidar outras classes, de outros clubes, que fazem mais do mesmo e prolongam a coisa bem uns trinta minutos além do estritamente necessário.
Se a ideia é fazer-nos dar o dinheiro por bem empregue, bom, deixem lá isso, sou capaz de pagar mais do dobro para não ter que ir.
Depois nestas coisas, menos pode ser mais, e não, não estou a falar de quantidade. É mais agradável à vista um conjunto de movimentos simples, mas bem organizados e coordenados, do que aquela tentativa de colocar todos os ginastas no limite do que ainda não sabem fazer. Um grupo de vinte pessoas a levantar o mesmo braço ao mesmo tempo, pode surtir melhor efeito do que 20 rodas feitas cada uma na sua vez e cada uma para o seu lado, e ups...! cinco meninas ainda não conseguem esticar as pernas.
E a música...Bom, se não estamos a falar de ginastas de alto nível e se o sistema de som do pavilhão é uma merda, se já sabemos que a coisa ronda ali o médio menos, o mais inteligente a fazer é escolher umas músicas conhecidas, de preferencia que todos tenham no ouvido, sempre se ia cantarolando e batendo umas palmas.
Antes de terminar, quero pedir desculpa aos meus pais, amigos e familiares que durante anos arrastei para eventos do género, absolutamente convencida que estavam a adorar. Sois os maiores.
Por fim, quando olharem para os pais ansiosos à espera de (finalmente) recolherem os seus rebentos, com as respectivas dores no traseiro que aquelas cadeiras proporcionam, chamá-los para tirar uma fotografia de grupo em que demoraram uns dez minutos a reunir todos...Hum...Não é uma boa ideia.
Tirando isso tudo e os setenta euros do fato, correu bem, parabéns pelo trabalho desenvolvido.
sábado, março 14, 2015
Desconfio que Migalha do Meio também é Syriza
Mãe, se eu mandasse dava mais dinheiro a toda a gente e não havia pessoas pobres.
quinta-feira, março 12, 2015
Bom, por cá vamos andando.
Minha Migalha do Meio está doente desde terça feira. Amigdalite. Veio a calhar, porque esta semana ela tinha "só" três testes. Os únicos três que tem. 10 dias de antibiótico.
No trabalho descubro a cada dia que não há dias, nem horas, nem sequer minutos, para relaxar.
Os blogues uma seca. Pelo menos quando anda tudo pegado à chapada uma pessoa sempre se diverte, mas agora nem isso.
A ginecologista resolveu por-me a par das estatisticas esperadas em Portugal tipo já. Em cada 4 mulheres acima dos 40 anos, uma vai ter cancro da mama, em cada 3 pessoas acima dos 45, uma vai ter um qualquer tipo de tumor. A boa notícia, é que se conseguirmos escapar a isto, vivemos até aos cem anos. Definitivamente, é o tipo de informação que não me fazia falta.
E não tenho tempo. Sei que o tempo me escapa entre os dedos, quando venho a subir no elevador e a pensar que aquele minuto ali parada é um completo desperdício, e tanta coisa que eu fazia com um minuto.
Em casa dos meus pais o ambiente continua tenso. Claramente não foi um arrufo passageiro e resolvido. Aliás, se há palavra que me parece que não se aplica à minha mãe, ao meu pai, e ao casamento deles, é resolvido/a.
Amanhã vou "tirar o pé do chão" e ainda não tenho a certeza absoluta que isso seja mesmo uma coisa boa.
Mas é sexta feira e não vou gramar a estucha de trabalhar no fim de semana, por isso, iéééééssss.
No trabalho descubro a cada dia que não há dias, nem horas, nem sequer minutos, para relaxar.
Os blogues uma seca. Pelo menos quando anda tudo pegado à chapada uma pessoa sempre se diverte, mas agora nem isso.
A ginecologista resolveu por-me a par das estatisticas esperadas em Portugal tipo já. Em cada 4 mulheres acima dos 40 anos, uma vai ter cancro da mama, em cada 3 pessoas acima dos 45, uma vai ter um qualquer tipo de tumor. A boa notícia, é que se conseguirmos escapar a isto, vivemos até aos cem anos. Definitivamente, é o tipo de informação que não me fazia falta.
E não tenho tempo. Sei que o tempo me escapa entre os dedos, quando venho a subir no elevador e a pensar que aquele minuto ali parada é um completo desperdício, e tanta coisa que eu fazia com um minuto.
Em casa dos meus pais o ambiente continua tenso. Claramente não foi um arrufo passageiro e resolvido. Aliás, se há palavra que me parece que não se aplica à minha mãe, ao meu pai, e ao casamento deles, é resolvido/a.
Amanhã vou "tirar o pé do chão" e ainda não tenho a certeza absoluta que isso seja mesmo uma coisa boa.
Mas é sexta feira e não vou gramar a estucha de trabalhar no fim de semana, por isso, iéééééssss.
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